sábado, 10 de abril de 2010

O Vôo da cadeira

Toda vez que o Gus me vê com cara de paisagem ele fica preocupado e resolve arrumar alguma coisa ou programa pra eu fazer. Coisa de amigo irmão atencioso, e nessa ele já me levou para lugares loucos, como uma boate gay, entre outros. Dessa vez, depois de passar algumas semanas esperando uma situação de trabalho se desenrolar, ele resolveu me levar para uma aula de capoeira. Ele já estava fazendo essas aulas a pelo menos uma semana, e achou que seria uma boa se eu fizesse também. Então, fui eu com ele para minha primeira aula.

Chegando lá, fui muito bem recebida pelo instrutor ( Contra Mestre) apelidado Coyote, que me apresentou a outros alunos. Me explicou um pouco da ideologia da capoeira e da família da capoeira, que é como todos lá se tratam. Me explicou também que todos são apelidados, de acordo com alguma característica ou ação marcante, como o da Kamikase. A Kamikase é uma menina pequena e magrinha que logo em sua primeira aula se ofereceu para jogar com um mestre, que ao que todos dizem, era enorme. Daí veio o apelido kamikase, ou seja, suicida!

Começamos o treino correndo, e embora eu deteste correr (por causa dos Air Bags) sei que aquecimento aeróbico faz parte, então lá fui eu correndo bonitinho e cheia de pose, preocupada com o meu futuro apelido. Depois veio a parte do treino dos movimentos específicos da capoeira,e embora todos tenham um nome especifico, juro que ainda não gravei nenhum. Era um monte de chutes e rasteiras e viradas para tudo que é lado e que terminava com uma estrela (que lá não se chama estrela). Eu fui tentando acompanhar como podia, preocupada em fazer feio e receber um apelido estranho. Quando a velocidade desses movimentos aumentou, eu definitivamente desisti de tentar acompanhar, afinal era só a minha primeira aula, e preferi ficar parada e não fazer nada errado. Nessa hora, O Coyote resolveu me dar outro exercício e me pôs de frente para uma cadeira me pedindo uma seqüência de 20 chutes com cada perna, 5 vezes. Beleza, pensei! Sempre dava vários chutes no Kung Fu, então ali seria mole. 5 vezes 20 era tranqüilo! Só que.... já faziam semanas que eu não fazia nenhum tipo de exercício, e quando cheguei na quarta serie de 20, já não estava quase sentindo as pernas. Alem do mais, ainda estava pensando naquela coisa de apelido,e me esforçava para dar chutes altos e fortes, para ficar bem na fita e ganhar um apelido bonitinho. Estava pensando em algo tipo “Chute do Dragão!” Ou “Garota Kung Fu”, ou “Alma Shaolin”, quando sem perceber, comecei um chute muito mais baixo do que devia e que na subida pegou em uma lateral da cadeira. Parece que vi tudo em câmera lenta. A cadeira subindo, dando quase dois giros no alto, atravessando uma parte da quadra e indo cair no chão com todo o barulho que vocês puderem imaginar! Todos pararam o que estavam fazendo para ver de onde tinha vindo aquele barulho, e viram a cadeira caída, absurdamente longe de mim e minha cara de chocada. É lógico que todos começaram a rir, e é lógico que eu não sabia onde enfiar a minha cara. O Coyote dizia coisas como “isso acontece” e “é normal, todos já acertaram a cadeira”, mas eu só pensava que esse tipo de erro não podia acontecer durante um jogo. Que esse tipo de erro não podia acontecer nunca, porque podia ser o rosto de alguém, embora fosse apenas uma cadeira. E o pior... que depois disso, meu apelido seria algo como... “coice de mula” ou “pernas desengonçadas” ou ainda “menina cadeira”. Já imaginou? “O da cadeira, corre pra lá!” ou “Coice, faz assim!” Péssimoooo!

O final da aula foi com o jogo. Lindo, excitante, empolgante! Não tenho formas melhores de descrever o jogo da capoeira. As músicas, as palmas... enfim! Tudo é muito legal!

É claro que ainda não tive coragem de voltar pra segunda aula e descobrir afinal qual será o meu apelido. Mas sei que vou voltar pra ver no que esse vôo da cadeira deu. Um dia minha curiosidade me vence e eu volto!



R.V.G.M.T.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Rizoma

Esses caras sim sabem se divertir no Rio de janeiro! Deem uma olhada no blog deles, é hiper legal! http://canalrizoma.blogspot.com/

domingo, 4 de abril de 2010




Achei q estava vendo coisas por causa da marguerita, mas a foto provou q nao! Tinha mesmo uma luz! rsrsrs.

terça-feira, 30 de março de 2010

O que fazer no avião quando o passageiro do lado é um chato?

1. Tirar o laptop da mala;

2. Abrir o laptop devagarinho e calmamente;

3. Ligar;

4. Assegurar-se de que o vizinho está olhando;

5. Ligar a Internet;

6. Fechar os olhos por breves momentos, abri-los de novo e dirigir o olhar
para o cpu;

7. Respirar profundamente, murmurar algo incompreensível e abrir este
site:
http://www.myit-media.de/the_end.html

8. Observar a expressão dele.

terça-feira, 2 de março de 2010

Por nosso corpo circula luz

POR NOSSO CORPO CIRCULA LUZ
Jorge Carmona

Desenvolvi este artigo com base em uma discussão levantada por uma irmã na Internet. Fundamenta-se na descoberta de que nosso corpo é pura luz…leia:

Li há algum tempo na revista Dsalud um artigo que apóia tudo aquilo que para nós já é tão legítimo: que somos energia, somos seres de luz.

Vejam, então, que os nossos sisudos cientistas foram capazes de demonstrar que assim é: que os canais energéticos que as culturas orientais conhecem há milênios e que descobriram de forma empírica, por revelações, sabe-se lá como (de forma surpreendente para os racionais ocidentais) existem na realidade científica racional a qual estamos acostumados. O que não passa por essa racionalidade e essa ciência não existe oficialmente. Pois bem, os chakras, os canais energéticos, os meridianos, a pura energia e o reiki, inclusive a conexão entre humanos, já existem para a ciência.

Em resumo: foi descoberto que a água dentro do organismo cristaliza em forma de cristal líquido (como as telas dos computadores), uma forma de cristalização que permite conservar as propriedades dos cristais óticos (sua capacidade de armazenar informação e vibrar a determinadas freqüências) e dos líquidos (sua capacidade de fluir) ao mesmo tempo. Isto significa: ela é capaz de guardar memória!!!!!!

Lembram-se das fotos dos cristais de água do Dr. Masaru Emoto?

Dito isto, não podemos esquecer que 75% de nosso corpo é água (para um bebê este percentual é de 95%), daí a importância desta descoberta.

A água conduziria os biofótons (informação eletromagnética) - o CHI, o Ki, o prana -, a velocidades inimagináveis através de nosso corpo. Céus! Por nossas veias (eletromagnéticas) circula luz!

Além disso foi descoberta uma rede ferroso-férrica de moléculas (de ferro) que graças às diferenças de potencial (geradas porque se oxidam e reduzem constantemente estas partículas) produzem energias eletromagnéticas que circulam por todo o nosso corpo, nutrindo-o e protegendo as reações bioquímicas (amplamente conhecidas por nossos cientistas) que sustentam nossa saúde. Casualmente estas redes são mais densas justamente em um local que coincide com um canal central diante da coluna, e possuem sete bolas de macromoléculas coincidindo com os lugares descritos como chakras, protegendo as glândulas mais importantes do organismo, onde se desenvolvem as reações bioquímicas essenciais para a vida.

Bem, o cristal líquido ficaria dentro das células e seria influenciado pelo campo magnético descrito, emitiria energia de determinados e diferentes comprimentos de onda para seu exterior, o que constituiria a aura, e captaria, como uma grande antena parabólica, informação externa.

Nossas moléculas de cristal líquido estariam fixadas dentro da rede ferroso-férrica, e serviriam como lugar de armazenagem de informação. A cientista que fez tão estupenda descoberta diz admitir que o ser humano seja formado por um corpo magnético, outro bioquímico e outro mental. Se o corpo magnético se desorienta ou danifica, deixa de proteger a estrutura bioquímica e a enfermidade surge. Se trabalhamos energeticamente sobre nosso organismo, reparamos a estrutura magnética e, conseqüentemente, a estrutura bioquímica também se recupera e, por extensão, a saúde. Constantemente, através dos chakras, nosso corpo se nutre da energia que nos rodeia para poder funcionar bioquimicamente de forma correta.

Bem, isso é tudo. Podem ver de forma ampliada no seguinte endereço (em espanhol): http://www.dsalud.com/numero85_1.htm.

A reflexão seguinte é lógica e é uma conseqüência deste artigo. Se nosso corpo é luz e por ele circula luz, o mais lógico é que a luz do sol tenha um efeito de bateria de recarga sobre o mesmo. (…) Nosso corpo, por deficiências de alimentação e por costumes nocivos, perderia em alguns casos essa capacidade de distribuir luz harmoniosamente através de suas células, ocasionando problemas de saúde e estados de estresse.

A ação da luz solar teria o objetivo de regenerar e, posteriormente, recarregar todo esse circuito, para então recompô-lo, elevando sua vibração e desenvolvendo as partes ainda não acessadas de nosso cérebro (deixamos de utilizar cerca de 80%). Aí então poderemos estabelecer a reconexão com nosso mundo espiritual!!

Um abraço solar!!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Par errado

Li hoje um texto que fala sobre porque é tão difícil assumir um compromisso. Não acho realmente que ter um compromisso seja uma coisa pesada ou que prenda alguém, mas que ele implica profundidade, isso implica.
Para se ter um compromisso é preciso conhecer (ou querer conhecer) a fundo o ser humano no qual se esta interessado ...e quer saber? Não me interessa! Não é medo de compromisso que me move (e que me chame de superficial quem quiser) mas quero mais leveza em minha vida!
Nunca me imaginei podendo escolher que roupa eu gostaria de usar naquele determinado dia (nesse caso não é roupa de vestir, e sim de homens a que estou me referindo). E melhor ainda, não saber dos defeitos dela! Conhecer uma pessoa implica que com o tempo os defeitos dessa pessoa aparecerão, mas é ótimo poder curtir alguém e não ter que pensar nisso.
Nessa coisa de encontros casuais, sempre tem as coisas chatas, como passar a noite com um cara que não parava de falar em como ele era bom em tudo, em como tudo o que ele fazia era fantástico, em como ele era bom de cama (chatoooooo). Mas a noite acaba, e nunca mais é preciso encontrar essa criatura!
E o que tem de errado em viver emoções? Em conhecer pessoas diferentes? Em explorar o desconhecido? Isso é o que motiva as pessoas que não querem ter um compromisso!
Outro dia conversando com amigos eles me falaram de um site chamado par perfeito, e sugeriram que eu entrasse nesse site. Não pensei duas vezes antes de responder que eu não queria par perfeito nenhum! Mas que os pares errados me atraiam muito!
E não é porque não quero emocionalmente ter um compromisso, que isso signifique que nada na minha vida tem comprometimentos! Tenho muitos compromissos sérios! Com meu emprego, com meus amigos, minha família... neles eu me aprofundo e mergulho de cabeça.
Mas um par??? Vai por mim... os pares errados são muito mais divertidos!

Signos atravessando a rua!

Por que o Ariano atravessou a rua?
Certamente para bater boca com alguém que estava do outro lado.

Por que o Taurino atravessou a rua?
Porque encasquetou com a idéia.

Por que o Geminiano atravessou a rua?
Se nem ele sabe, como é que eu vou saber?

Por que o Canceriano atravessou a rua?
Porque estava se sentindo só e abandonado deste lado de cá.

Por que o Leonino atravessou a rua?
Para chamar a atenção, sair nos jornais, revistas, etc.

Por que o Virginiano atravessou a rua?
Ele ainda não atravessou porque está medindo a largura da rua, a velocidade dos carros; se essa experiência for válida, qual seria a melhor hora de atravessar essa rua, etc.

Por que o Libriano atravessou a rua?
Ele nem precisou atravessar. Alguém acabou oferecendo carona para ele.

Por que o Escorpiano atravessou a rua?
Porque era proibido.

Por que o Sagitariano atravessou a rua?
Porque a idéia pareceu manera e deu vontade.

Por que o Capricorniano atravessou a rua?
Porque foi pechinchar nas lojas do outro lado.

Por que o Aquariano atravessou a rua?
Porque isso faz parte de uma experiência que trará incontáveis avanços tecnológicos no futuro.

Por que o Pisciano atravessou a rua?
Rua?...Que rua? Ih... é ?